domingo, 18 de junho de 2017

Sobre a "Carta Constitucional" do Festival della Lentezza: minha tradução

Original em Italiano
"Il Festival della Lentezza nasce intorno a questa Carta Costituzionale. L’ambizione degli ideatori è quella di mettere in discussione nientemeno che il nostro travagliato rapporto con il tempo, dandoci degli strumenti e delle opportunità di cambiamento possibile.

Presto. E’ ciò che ci insegnano fin da piccoli. Bisogna fare presto. Correre. Muoversi. Accelerare. Il mondo non aspetta, non ha tempo. Cresciamo accumulando ritardi, mentre un senso di colpa latente ci avvolge con una patina quasi impercettibile. La tecnologia, se usata male, non aiuta. Semmai accelera l’affanno, perché moltiplica la nostra connessione con un presente ininterrotto che non ammette, appunto, ritardi. A meno che non la si usi come un mezzo per agevolarci le incombenze quotidiane della vita, per abbattere barriere fisiche e virtuali.

Perché altrimenti il rischio è quello di perdere tutto. Perdiamo il tempo, prima di tutto. Esattamente ciò che serve per agganciarci al traino di un’esistenza felice. Proviamo a pensarci: le relazioni, il godimento delle cose terrene, la contemplazione del mondo intorno a noi. Tutto, ma proprio tutto, richiede tempo, e il tempo concede calma, serenità. Sposta l’asse terrestre della bellezza e rende degno il gioco di esserci."
Sostiene Milan Kundera come ci sia “un legame stretto tra lentezza e memoria, tra velocità e oblio”. Questo festival nasce dall’idea di restituire a noi stessi quel tempo sottratto a cui abbiamo rinunciato, un giorno alla volta. Per prenderci cura del nostro passato e immaginare con freschezza un futuro ancora tutto da scoprire.

Il Festival della Lentezza è promosso dall’Associazione Comuni Virtuosi in collaborazione con il Comune di Colorno e si svolge ogni anno il terzo fine settimana di giugno presso la Reggia Ducale  di Colorno (PR).
Meu caderno de receitas: nas páginas, as marcas
  do tempo e do demorado prazer da cozinha
Minha tradução
O “Festival dela Lentezza”, significando ‘Festival da lentidão”, nasce em torno a esta CartaConstitucional. A ambição dos idealizadores é colocar em discussão nada menos do que nossa atormentada relação com o tempo, dando-nos instrumentos e oportunidades possíveis de mudança.

Rápido. É isso que nos ensinam desde pequenos. Precisa fazer rápido. Correr. Movimentar-se. Acelerar. O mundo não espera, o mundo não tem tempo. Crescemos acumulando atrasos, enquanto um sentimento de culpa latente nos envolve com uma pátina quase imperceptível. A tecnologia, se mal usada, não ajuda. No caso, acelera a inquietude, porque multiplica a nossa conexão com um presente ininterrupto que não admite, de fato, atrasos; a menos que a usemos como um meio para agilizar as incumbências cotidianas da vida, para reduzir barreiras físicas e virtuais.

Porque, de outra forma, o risco é de perder tudo. Perdemos o tempo, acima de tudo. Exatamente aquilo que serve para nos transportar à uma existência feliz. Vamos pensar: as relações, o gozo das coisas terrenas, a contemplação do mundo ao nosso redor. Tudo, mas tudo mesmo, precisa de tempo, e o tempo concede calma, serenidade. Desloca o eixo terrestre da beleza e torna digna a brincadeira de existir.

Defende Milan Kundera que exista “uma ligação estreita entre lentidão e memória, entre velocidade e esquecimento”. Este festival nasce da ideia de restituir a nós mesmos aquele tempo retirado de nós, o tempo a que renunciamos, dia-a-dia. Para cuidar do nosso passado e imaginar com frescor um futuro ainda todo a descobrir.


O Festival dela Lentezza é promovido pela Associazione Comuni Virtuosi em colaboração com a Comune di Colorno e se desenvolve a cada ano no terceiro final de semana de Junho, em local chamado “Reggia Ducale  di Colorno" (PR).


(tradução livre do texto apresentado em Festival della Lentezza)


Com carinho,
Betina





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