domingo, 18 de agosto de 2013

Musse de amoras: contrastes!

E a sobremesa de domingo?

Acabo de lembrar de um mousse de amoras que fiz para um jantar na casa de uma família de amigos, há tempos.
Com um vidro de geléia de amoras, três ou quatro saquinhos de chá de amora e pimenta preta, fiz uma mistura na panela, em fogo baixo, mexendo sempre com a colher de pau. Não acrescentei açúcar, deixei apenas aquele da geléia reverberar na receita.
Esperei a mistura curtir por aproximadamente 1-2 horas, para intensificar o sabor ardido que o conjunto cria. Então, misturei ali o pote de cream cheese, um pouco de nata (o suficiente para a textura ficar aconchegante e homogênea), preparei o envelope de gelatina em incolor e, por fim, bati seis claras em neve, sempre unindo os ingredientes com movimentos suaves. Levei à geladeira por mais aproximadamente seis horas, servindo a sobremesa lilás em pratinhos transparentes.

Se tiver pouco tempo para preparar, você também pode usar a mistura da geléia de amoras no acompanhamento do sorvete de creme, aquecendo-a na hora de servir...Visite o meu texto "No afã de inventar moda...", de maio de 2012! Se preferir deixar o doce mais líquido, poderá serví-lo em uma taça de vinho sobre o sorvete: suas consistências se entrelaçam, e vê-se uma bela trama de cores pela taça cristalina. A vantagem do musse, se tiver tempo, é sua textura macia e cremosa, que nos faz carinho aos sentidos, contrastando com o sabor, que explode na boca.

Bom proveito!
Com carinho,
Betina

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