quarta-feira, 24 de julho de 2013

Afrodite, de Isabel Allende: ponto de partida para reflexões...

E por falar em livro de cozinha...esta semana ainda quero contar de outra obra que me trouxe um novo despertar para a vivência dos sentidos na culinária: Afrodite, da Isabel Allende. Li no verão de 1999, tendo sido este meu primeiro passo para a escrita de forno-e-fogão.

Ponto chave da leitura? Para mim, os ingredientes como sujeitos da frase, com toda sua sensualidade e evocação de nossas percepções sensoriais, emotivas...

É uma das principais referências no meu processo de cozinha perceptiva, ou seja...na minha educação dos sentidos para aprimorar a  vivência do 'comer bem' e do bem comer'...

Bom, o que acham: é possível 'educar os sentidos'?

E mais...há diferença entre 'comer bem' e 'bem comer'? Estas duas perspectivas podem conviver em harmonia, na nossa rotina? O que vocês podem mudar, em seu dia-a-dia, para melhorar este equilíbrio?

Para mim, a chave está nos nossos cinco sentidos, em nosso sentir, na nossa conscientização do prazer de comer bem. E de bem comer...

Com carinho,
Betina

2 comentários:

  1. Betina, li o AFRODITE, e lembro que amei!!!Não sei quando foi, mas a experiência foi deliciosa! Um beijo, Cristina Macedo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida Cristina! Obrigada por tua visita!!! Afrodite é um livro mágico, pleno de sabores e metáforas, mas o que é fenomenal, e que enriquece ainda mais o conteúdo, é a escrita coloquial e encantadora da Isabel Allende! Estou começando a reler!

      Beijos, e volte sempre! :)
      Betina

      Excluir

Participe! Vou adorar compartilhar emoções culinárias com você! Com carinho, Betina