sexta-feira, 8 de março de 2013

Como uma sesta na rede...



Bom, hoje tive um dia corrido,  almocei qualquer salgado entre uma tarefa e outra, nem lembro se saboreei. Sim, houve uma tentativa, mas a coisa era tão ruim que não tive como forçar a barra. Afinal de contas, saborear é um prazer especial, pleno, que requer um estado de ânimo à altura. E não era o caso, naquele agito. Hoje, na turbulência, pude apenas mastigar, engolir, e segui a próxima ordem da agenda.

 Serviu de alerta: uma tarde sem sabor, burocrática como o salgado que absorvi.

Nisto, me dei conta: 'esqueci' de aplicar o que sempre digo: o prazer do alimento também nutre, tanto quanto os ingredientes que ingerimos. Um mastigar corrido custa muito caro ao nosso organismo, tanto do ponto de vista objetivo como subjetivo: privamos nosso dia de um momento único, do nosso contato com nossos sentidos e com nossa capacidade de degustarmos algo que nos dá felicidade. Mesmo que efêmera, só no momento de sentar à mesa,  a felicidade ao vivenciar a refeição é essencial para a saúde  e para o bem-estar.

 Então, vim buscar este relax na escrita. Fiz um repousinho, amansei os tumultos, e o post aconteceu.

E mais: agora à noite inventei um belo  lanche, feito de improviso na cozinha. Um prazer manso, pra compensar minha falta com algo fundamental: uma nutrição calma, sem atropelos, completa em todos os sentidos. Saborosa.
 Como uma sesta na rede...

Você degusta ou cumpre seus almoços?

Boa noite, e obrigada pela visita!
Abraços,
Betina Mariante Cardoso

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