sexta-feira, 15 de março de 2013

Refletindo sobre receitas históricas...

Daqueles percursos inusitados, em que dobramos numa rua qualquer e descobrimos algo fantástico...Pois com a história do Tapenade foi assim. Acabei conhecendo não apenas as variantes da receita, mas suas origens, o papel do Columella como escritor agrícola, sua versão deste acepipe- quiçá a primeira-, e um site com apontamentos históricos da Gastronomia.

A semana foi corrida, com os preparativos e o lançamento, ontem, então não consegui tempo suficiente para me dedicar a ler sobre a figura do Columella, seus feitos com árvores, flores e preparos. Meu desejo é postar a tradução da sua receita junto com detalhes sobre sua vivência na Roma Antiga, contando um pouco da riqueza que já vi em seu material. Decidi trabalhar em dois tempos: primeiro, passo a receita dele, já adaptada aos nossos tempos, conforme consta no site; num segundo momento, em breve, conto algumas de suas peripécias culinárias. Pelo que vi, não são poucas...

E ele fez uma espécie do que fazemos com a escrita gastronômica hoje em dia, antecipando uma tendência global: escrever sobre o alimento e sobre nossos costumes alimentares.

Entretanto, o motivo principal desta postagem é que, curiosando no referido site, em que descobri suas notas sobre o Tapenade, encontrei receitas de outros lugares e de outras épocas, também antigas (Medievais, Vitorianas, e tantas outras...). Achei tudo muito interessante e resolvi compartilhar o link aqui no blog. 
Temos sempre que ir longe na caminhada, a descoberta é infinita!!! Chegar a este material me trouxe o desejo de reler o percurso histórico da receita de cozinha e seu papel na experiência que vivemos hoje com a Gastronomia. Bom, o papel da receita, o papel da História, o papel dos registros culinários que adquirimos ao longo  dos séculos. 

Qual a importância desta bagagem?

Pelo jeito, esta é uma bela conversa...

Um abraço,
Betina Mariante Cardoso




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