segunda-feira, 10 de setembro de 2012

'Manoel da Bahia', receita da Dona Cota!

Quando me sinto 'feliz da vida', como estou hoje, minha vontade é de fazer um bolo para o lanche da tarde. E já que estou num intervalinho do trabalho, sem perspectivas de realizar meu anseio, decidi colocar aqui a receita do bolo que desejei fazer...

O nome é "Manoel da Bahia", um ensinamento que tive com a Dona Cota, dona de uma casa que alugamos em Santa Catarina para uma semana de férias. Isto foi em fevereiro de 2001, e eu estava, na época, num período repleto de plantões noturnos do final da faculdade. Exausta, para dizer o mínimo. 

Lembro-me de ter chegado na praia de madrugada, pálida de tanto cansaço. A recuperação foi rápida, com sol, mar, risadas...E importantíssimo: com as doçuras feitas pela Dona Cota para sua padaria, imediatamente ao lado de nossa casa. Melhor ainda: nosso pátio era contíguo aos fundos do estabelecimento, dando para a porta da cozinha onde ela fazia os quitutes. Além do cheirinho de coisas boas dia e noite, eu tinha o privilégio de vê-la fazendo suas Artes. Em folha de caderno, tomei nota de tudo, enquanto assistia à Dona Cota em seu ofício. E o meu doce favorito, em sabor e textura, foi o tal 'Manoel da Bahia', um bolo-quase-pudim, macio e aconchegante, fabuloso para uma tarde de chuva como a de hoje. 

"Manoel da Bahia"

Ingredientes:
1 1/2 xícara de Farinha de Milho
3 colheres (das de sopa) de Farinha de Trigo
3 ovos
1 1/2 xícara de açúcar
1 litro de leite
1 colher (das de sopa) de Fermento Químico
2 colheres de Margarina
100g de Queijo Parmesão
100g de Coco
1 pitada de Sal.

Modo de Fazer, pelas orientações 'ao vivo' da Dona Cota:
Bater açúcar, margarina e os ovos no liquidificador; colocar, ali, a Farinha de Trigo, a de Milho e o leite, aos poucos. Por último, o Coco, o Queijo e o Fermento. Untar a forma com manteiga, espalhar farinha, e assar em forno a 180ºC, por tempo  em torno de uma hora.

Saborear!!!!

Gracias pela visita, e até breve!
Betina Mariante Cardoso



2 comentários:

  1. hum... parece ser bom, vou só esperar Sampa esfriar para fazer... quero comer o bolo junto com um cafezinho, num fim de tarde, olhando a chuva batendo na janela... beijos Cris

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    1. Oi, Cris! Vais adorar! O bolo pede mesmo um café, um friozinho e uma chuva mansa na janela!!! A maciez do bolo (quase um pudim), os sabores vivos, a cor alegre: em tudo, para mim, a receita é aconchegante! Bom proveito! Beijos, Betina

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